nota: não é o número de vezes que celebras o teu aniversário que define a tua maturidade.
segunda-feira, 26 de março de 2018
sábado, 24 de março de 2018
15 coisas que aprendi com 20 anos
- Dias não também são importantes - aprendi que todos nós temos aquele dia que não devíamos ter saído da cama. Tudo nos corre mal e parece que todo o mundo se juntou para conspirar contra nós. Por mais que tentemos não conseguimos ser positivas. aprendi que esses dias são importantes, que não podemos estar sempre bem e que talvez ser positivas e olhar para as coisas de uma perspectiva diferente ajuda a melhorar.
- As prendas que oferecemos ganham um sabor diferente quando são fruto do nosso trabalho - começar a trabalhar e a ganhar a minha independência foi das melhores coisas que eu podia ter feito. Adoro dar prendas às pessoas, mas gosto ainda mais quando as prendas que eu dou foram pagas com o dinheiro do meu trabalho. Já não me imagino a ter de pedir dinheiro aos meus pais.
- Ninguém é forte o tempo todo - uma pessoa não é fraca só porque tem um dia mau. uma pessoa não deixa de ser quem é só porque não é tão positiva num determinado assunto. Ninguém tem de estar sempre bem disposto, ninguém tem de ter sempre sangue frio e toda a gente tem o direito de demonstrar os seus sentimentos.
- Ter medo é normal. Há imensas coisas que ainda tenho medo e não é por isso que me sinto mal. Tenho medo do dia de amanhã, de não ser suficientemente boa, de não saber tomar decisões e ter de as tomar. É normal, nós não somos perfeitos, e também temos os nossos medos.
- Eu sou o mais importante, eu e a minha saúde- Andamos sempre tão atarefados com tudo que nos esquecemos que temos de cuidar de nós. Andamos de um lado para o outro e comemos o que calha. Se nos dá uma dor tomamos um comprimido e passa "porque não temos tempo para mais" - dissemos nós. muitas vezes temos de apanhar um daqueles sustos para perceber que o nosso corpo é importante e que tomar conta dele também. Aprendi a perceber que eu também conto na minha vida. E que eu também sou importante na minha vida.
- Os número são apenas isso. nunca um numero vai definir alguém. não são as tuas notas, o teu tamanho de calças ou de camisolas que vai definir aquilo que és. Tu és uma pessoa muito mais complexa do que um simples número. as tuas notas não vão definir o teu conhecimento ou a tua inteligência. e o tamanho que usas também não vai definir a tua personalidade, lembra-te que és muito mais do que um número.
- Não deixam de ser amigas só porque não falam todos os dias. eu sou a maior apologista que não precisamos de falar 24/24h por dia com alguém para a conhecer ou para sermos amigos. Não precisamos sequer de falar todos os dias para manter uma amizade. As amizades vão-se criando ao longo do tempo, e por favor, não me digam que tem tempo todos os dias de falar com todos os vossos amigos - nem tempo nem novidades para contar. A amizade não acaba só porque temos vidas diferentes, rotinas diferentes ou amigos diferentes. A amizade é estar lá, é estar presente - mesmo que não seja fisicamente.
- Quem te conhece continua a conhecer mesmo que passem seis meses. e como já disse, não me digam que deixam de conhecer alguém só porque já não falam há muito tempo! aprendi que passe o tempo que passar, vai haver sempre alguém que te conhece. e que mesmo que passe um ano, quando voltarem a estar juntos nada vai estar diferente. porque é verdadeiro, e é de relações verdadeiras que precisamos.
- Viajar é importante. Eu adoro viajar, mesmo que não seja para muito longe. Adoro sítios diferentes, rotinas diferentes e especialmente, pessoas diferentes. Viajar faz-nos sair da rotina e, a mim, faz-me mesmo feliz.
- é válido não gostar de fazer anos. assim como é válido sentir-se a princesa do dia, também é valido não gostar de fazer anos. eu consigo fazer as duas coisas. não gosto que as pessoas se lembrem de mim só nesse dia, gosto que se lembrem de mim todos os dias do ano, e não só porque faço anos. Não gosto de ser o centro das atenções.
- assistir a concertos é uma das melhores coisas do mundo. Deles em particular, mas todos em geral. Os ÁTOA fazem parte da minha vida já há algum tempo e eu cada vez gosto mais deles. Não me canso de assistir a concertos deles e tenho a certeza que vou assistir a muitos mais, porque eu gosto mesmo muito de concertos. E eu sou tão feliz nos concertos deles. Adoro música ao vivo, adoro as boas energias que nos transmitem. Quando não souberem o que me oferecer, levem-me a concertos. Ficarei eternamente grata.
- a praxe trouxe-me muitas coisas boas. aprendi que aquilo que dizem da praxe é muito diferente do que acontece na realidade. Não vos vou dizer que a praxe é um mar de rosas, mas a minha praxe foi incrível. E se há um ano atrás me dissessem que eu ia gostar tanto da minha praxe como acabei por gostar, eu não acreditava. A praxe trouxe-me muitas aprendizagens mas sobretudo muitas pessoas.
- a organização do tempo treina-se e melhora-se de dia para dia. aprendi a organizar as minhas prioridades, a não procrastinar tanto e a aproveitar bem o tempo. Não sou perfeita, também tenho os meus momentos de não querer fazer nada e de não cumprir tudo o que está na agenda, mas acho que aprendi a aproveitar melhor o meu tempo e a fazer coisas úteis e interessantes.
- adoro ser abraçada- sou uma mimalha (não me julguem, vá lá). adoro receber miminhos, adoro receber beijinhos na testa e adoro que demonstrem que eu sou importante na vida das pessoas. Assim como adoro demonstrar afeto pelas minhas pessoas. Cada vez acho mais importante mandar aquela mensagem "gosto muito de ti" sem razão aparente, porque tenho a certeza que pode melhorar o dia de alguém.
- uma noite com amigos, com cervejas e com boas conversas será sempre melhor do que uma rede social. não preciso de muito para passar uma boa noite. não precisamos de grandes planos ou grandes festas. Basta estarmos nós, e estarmos lá - sem telemóveis. Não troco as noites com eles, e sei que para muitas pessoas parece uma seca estar sentado no sofá de um café a noite toda, mas quando estamos bem acompanhados, a conversar e conviver nem damos pelo tempo passar. São estes momentos que valem a pena.
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domingo, 18 de março de 2018
Obrigada às pessoas que nos fazem bem só porque estão bem.
Obrigada às pessoas que têm uma energia que contagia qualquer pessoa. Às pessoas que fazem o nosso dia valer a pena só com aquele abraço.
Obrigada às pessoas que continuam lá para nós quando nós já não estamos para ninguém.
Obrigada às pessoas que no dia de chuva conseguem ser o sol na vida de alguém.
Obrigada às pessoas que são simpáticas só por bondade e que nos deixam um pouco mais felizes com isso. Às boas músicas que nos contagiam e nos enchem de energia.
sexta-feira, 16 de março de 2018
terça-feira, 6 de março de 2018
Sobre Fevereiro
Retira de cada experiência que tens alguma coisa boa e alguma aprendizagem. Se aconteceu foi para te ensinar alguma coisa - nada é em vão.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Desconectar para reconectar
Andamos sempre tão atarefados, tão cronometrados, tão agarrados ao telemóvel que muitas das vezes não vemos que o menino bonito passou por nós e até sorriu para nós. O mundo anda tão rápido e tão colado aos ecrãs que não nos lembramos sequer de pensar que existe um mundo fora dos ecrãs. Falta-nos desconectar.
Há tanta coisa que podemos fazer sem o telemóvel, a Internet, as redes sociais. Hoje tenho um desafio para cada um de vocês: no próximo fim de semana larga o telemóvel durante o teu dia. Ninguém vai morrer se não publicares a foto do café que foste tomar, ou do teu look de hoje e juro-te que o mundo não vai parar se não partilhares as tuas tristezas no twitter.
Aproveita o momento. Tens o fim-de-semana de folga? Óptimo! Vai passear, vai estar um lindo dia. Talvez encontres pessoas que já não vês há séculos, e talvez repares que a tua cidade está diferente desde a última vez que reparaste nela.
Usa apenas o telemóvel para os casos extremos, ou para aquilo que usávamos quando éramos crianças - chamadas e mensagens (poucas porque eram limitadas!). E nem pensem em substituir o computador pelo telemóvel. Só é válido se for para ver aquele filme com aquela pessoa!
Aceitam o desafio? Eu prometo que também vou tentar cumprir. Na segunda feira quando voltarmos à rotina habitual, passem por cá e digam-me se foi assim tão difícil deixar o telemóvel em casa a descansar enquanto foram passear.
Há tanta coisa que podemos fazer sem o telemóvel, a Internet, as redes sociais. Hoje tenho um desafio para cada um de vocês: no próximo fim de semana larga o telemóvel durante o teu dia. Ninguém vai morrer se não publicares a foto do café que foste tomar, ou do teu look de hoje e juro-te que o mundo não vai parar se não partilhares as tuas tristezas no twitter.
Aproveita o momento. Tens o fim-de-semana de folga? Óptimo! Vai passear, vai estar um lindo dia. Talvez encontres pessoas que já não vês há séculos, e talvez repares que a tua cidade está diferente desde a última vez que reparaste nela.
Usa apenas o telemóvel para os casos extremos, ou para aquilo que usávamos quando éramos crianças - chamadas e mensagens (poucas porque eram limitadas!). E nem pensem em substituir o computador pelo telemóvel. Só é válido se for para ver aquele filme com aquela pessoa!
Aceitam o desafio? Eu prometo que também vou tentar cumprir. Na segunda feira quando voltarmos à rotina habitual, passem por cá e digam-me se foi assim tão difícil deixar o telemóvel em casa a descansar enquanto foram passear.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Obrigada vida!
Ironias da vida: escrevi hoje um texto para publicar sobre o tempo (ou a falta dele), e a falta que ele me faz para poder fazer voluntariado. Estou a passar o texto para o computador e ligam-me a dizer que fui recomendada pela Ju para entrar num projeto de voluntariado.
Depois digam que o mano lá de cima não nos manda os sinais nos momentos certos!
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Ensino Superior
Em todo o meu percurso académico nunca me senti tão desanimada e perdida como estou agora. Não tenho grandes certezas do que estou a fazer.
sábado, 17 de fevereiro de 2018
Mil Vezes Adeus
Este ano prometi a mim mesma começar a ler mais. E fico mesmo feliz por estar a conseguir cumprir, mesmo que não seja 20 livros por mês como muita gente consegue ler, eu conseguir ler mais do que o ano passado já é uma vitória.
O livro "Mil vezes adeus" de John Green é um livro que nos prende desde as primeiras páginas. John Green já ficou conhecido por ser autor dos mais bonitos romances de adolescentes, sendo ele autor do "A culpa é das estrelas" e "Cidades de Papel". Este livro trata-se de um retrato do mundo dos adolescente, onde está presente o valor da amizade, o valor do amor e a capacidade que temos de ultrapassar os nossos problemas.
Aza, a personagem principal, partilha connosco as angustias e os dramas da doença que a afetam desde a sua infância. No desenrolar da história, a doença está muito presente, principalmente quando afeta a sua vida e relação que tem com as pessoas. Davis é o menino bonito, rico, apaixonado pelas estrelas e escritor de poesia num blog anónimo. Davis e Aza têm uma coisa em comum: já perderam pessoas que amavam.
O desenrolar do romance é surpreendente, e John Green apresenta-nos todas aquelas confusões que qualquer pessoa vive na adolescência - os amores, as amizades, e os corações partidos.
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
escapadelas
Eu sei que já estamos em tempo de aulas, novamente, mas sabem quem vai viajar nas mini-férias de Carnaval?
Vai saber-me tão bem acordar e ver o mar, dar passeios pela cidade com fones nos ouvidos sem pensar em trabalho, em universidade e em horários.
E vocês, têm alguma coisa planeada?
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Ape coffe
Hoje trago-vos um local que me fez ficar completamente rendida.
O local é um muito acolhedor, e o conceito é muito diferente do que estamos habituados. É um local sossegado - óptimo para estudar, ou para um final de tarde - e a música de fundo cria um ambiente aconchegante.
O Ape Coffe serve crepes, panquecas, bebidas quentes e frias. Os crepes variam entre 2€ e 3,5€ e, na minha opinião são deliciosos! Quando fui lá a primeira vez, experimentei um crepe de nutella e não consegui acaba-lo. É dos melhores crepes que já provei. As minhas amigas que foram comigo experimentaram um crepe com nutella e gelado (não estão bem a ver o quanto gostei do gelado) e a outra experimentou panquecas com nutella. Eu não sou muito fã de panquecas mas posso-vos dizer que estavam muito boas - até para quem não gosta. No entanto, nenhuma de nós conseguiu acabar de comer por ser tão grande e encher tanto.
As bebidas frias ainda não experimentei, mas quando voltei lá com o meu namorado provei do chocolate de avelã dele e era tão bom! Por isso, desconfio que as bebidas sejam elas todas, também, deliciosas.

O local é um muito acolhedor, e o conceito é muito diferente do que estamos habituados. É um local sossegado - óptimo para estudar, ou para um final de tarde - e a música de fundo cria um ambiente aconchegante.
O Ape Coffe serve crepes, panquecas, bebidas quentes e frias. Os crepes variam entre 2€ e 3,5€ e, na minha opinião são deliciosos! Quando fui lá a primeira vez, experimentei um crepe de nutella e não consegui acaba-lo. É dos melhores crepes que já provei. As minhas amigas que foram comigo experimentaram um crepe com nutella e gelado (não estão bem a ver o quanto gostei do gelado) e a outra experimentou panquecas com nutella. Eu não sou muito fã de panquecas mas posso-vos dizer que estavam muito boas - até para quem não gosta. No entanto, nenhuma de nós conseguiu acabar de comer por ser tão grande e encher tanto.
As bebidas frias ainda não experimentei, mas quando voltei lá com o meu namorado provei do chocolate de avelã dele e era tão bom! Por isso, desconfio que as bebidas sejam elas todas, também, deliciosas.

O local é mais pequeno do que o que estava à espera, cabem certa de 40 pessoas no piso de cima. Mas é natural por ser ainda pouco conhecido. Por isso já sabem, local obrigatório na passagem por Braga. Deixo-vos aqui o facebook deles! Espero que gostem tanto quanto eu!
sábado, 20 de janeiro de 2018
3/6 Licenciatura em Educação
Vou literalmente a meio da licenciatura, e não sei se hei-de rir, ou de chorar. A universidade tem sido um misto de sensações para mim e nem todas são agradáveis.
Nem acredito que já vou a meio, não consigo perceber como é que passou tão rápido.
Adoro o meu curso, gosto mesmo muito daquilo que posso fazer com ele e das aptidões e os conhecimentos que ele me dá para trabalhar no futuro, mas melhor que isso, gosto das experiências que tenho de passar ao longo do curso. O curso é muito prático e isso faz com que nós consigamos ver a nossa realidade. Ir para o terreno, ver o que é que podemos fazer - e fazer mesmo - faz-nos gostar daquilo que estamos a estudar (ou então perceber que não é isto que queremos).
Este semestre fiquei ainda mais feliz por estar a tirar o que estou. Não posso dizer que é um curso que dá para tirar notas excelentes, não dá porque é muito de atitude critica e de saber desenvolver ideias, mas dá para ter experiências que as notas não conseguem transmitir. e na verdade, é isso que conta.
Este curso não me faz sair da zona de conforto quando vou ter testes, não tenho de passar semanas para um teste, à excepção de uma ou duas cadeiras, mas dá-nos muito trabalho quando temos de pôr em prática projetos criados por nós.
Quem me dera que toda a gente soubesse para que serve o curso de Educação, e quem me dera que houvesse mais oportunidades para nós, licenciados em Educação. Mas ficar parado é uma escolha de cada um, e como um dia me disseram "estás num curso incrível, e consegues fazer coisas incríveis. Não fiques à espera de oportunidades quando podes ser tu a criá-las."
Nem acredito que já vou a meio, não consigo perceber como é que passou tão rápido.
Adoro o meu curso, gosto mesmo muito daquilo que posso fazer com ele e das aptidões e os conhecimentos que ele me dá para trabalhar no futuro, mas melhor que isso, gosto das experiências que tenho de passar ao longo do curso. O curso é muito prático e isso faz com que nós consigamos ver a nossa realidade. Ir para o terreno, ver o que é que podemos fazer - e fazer mesmo - faz-nos gostar daquilo que estamos a estudar (ou então perceber que não é isto que queremos).
Este semestre fiquei ainda mais feliz por estar a tirar o que estou. Não posso dizer que é um curso que dá para tirar notas excelentes, não dá porque é muito de atitude critica e de saber desenvolver ideias, mas dá para ter experiências que as notas não conseguem transmitir. e na verdade, é isso que conta.
Este curso não me faz sair da zona de conforto quando vou ter testes, não tenho de passar semanas para um teste, à excepção de uma ou duas cadeiras, mas dá-nos muito trabalho quando temos de pôr em prática projetos criados por nós.
Quem me dera que toda a gente soubesse para que serve o curso de Educação, e quem me dera que houvesse mais oportunidades para nós, licenciados em Educação. Mas ficar parado é uma escolha de cada um, e como um dia me disseram "estás num curso incrível, e consegues fazer coisas incríveis. Não fiques à espera de oportunidades quando podes ser tu a criá-las."
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Objetivos de 2018
- Ler mais
- Viajar mais
- Dizer mais vezes que "sim" a convites inesperados
- Escrever 15x, pelo menos, para o blog por mês
- Fazer exercício físico
- Passar sem ir a nenhum recurso no 2º ano
- Participar em alguma coisa que me faça sentir realizada fora da universidade
- Ser uma boa praxante [OMG, já é este ano]
- Criar coisas novas com o projeto que tenho
- Estar mais presente nos cafés aos sábados com eles
- Não procrastinar tanto
- Ir a muitos concertos, e se possível a algum festival de verão
- Ter mais tempo para mim
- Passar mais tempo com a minha família
- Aprender a cuidar de amizades
- Aprender a aproveitar os momentos
- Ser mais positiva
- Ter mais calma
e vocês, já definiram as vossas metas para este ano?
domingo, 7 de janeiro de 2018
Quando entrares numa loja há algumas coisas que não te podes esquecer:
- As pessoas estão a trabalhar, não destruas tudo o que elas fizeram só porque sim. Se precisas de um tamanho pega nele e não destruas tudo o que está ao lado.
- Quando te disserem "bom dia" estão só a ser simpáticas, não faz mal responderes.
- Assim como tu tens um trabalho e não queres que seja destruído, elas também tiveram trabalho em por a loja direita. Não a destruas só porque sim.
- Quando tiveres duvidas podes perguntar - elas estão lá para responder
- Não despejes a tua raiva nelas, elas não tem culpa que o teu dia esteja a correr mal
- Responde, por favor, quando te perguntam alguma coisa. Nem que seja "Não preciso de ajuda, obrigada".
- Elas trabalham na loja, não são tuas escravas. Respeita isso.
- Assim como tu gostas de sair a horas do trabalho, as pessoas que trabalham em lojas também gostam. Não precisas de ir para lá quando falta um minuto para a loja fechar, sabes? Tens um dia inteiro para ir lá, não vás quando estão a fechar.
- Trabalhar numa loja é tão digno como trabalhar numa empresa ou num escritório, trata as funcionárias com respeito.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Troca de Postais
a blogosfera é feita de pessoas.
pessoas que lêem, que comentam e que participam. sim, é por existirem pessoas desse lado que consigo fazer coisas diferentes. e foi por causa de pessoas que alinham em coisas novas que consegui realizar a troca de postais.
Obrigada Joana, Patrícia, Joana, Daniela e Ana Rita por participarem. Obrigada por não terem medo de fazer diferente e por se envolverem neste ambiente! Foi graças a vocês que foi possível realizar a troca de postais. Estou mesmo feliz. Espero que tenham gostado de escrever e receber postais, numa altura que já não é habitual.
pessoas que lêem, que comentam e que participam. sim, é por existirem pessoas desse lado que consigo fazer coisas diferentes. e foi por causa de pessoas que alinham em coisas novas que consegui realizar a troca de postais.
Obrigada Joana, Patrícia, Joana, Daniela e Ana Rita por participarem. Obrigada por não terem medo de fazer diferente e por se envolverem neste ambiente! Foi graças a vocês que foi possível realizar a troca de postais. Estou mesmo feliz. Espero que tenham gostado de escrever e receber postais, numa altura que já não é habitual.


Um obrigada especial à Patrícia, pelo postal super amoroso que me mandou!
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